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Postado Por : digo-provo sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

“Não adianta fazer carnaval desobedecendo à recomendação judicial e faltando água na cidade”. Hélio.


O prefeito eleito de Guamaré Hélio de Mundinho (PMDB) está ciente e decidiu junto a sua assessoria jurídica atender a recomendação conjunta do Ministério Público e do Tribunal de Contas do Estado. Como é fato público, o prefeito foi ao órgão solicitar a realização do carnaval que se encontra suspenso por determinação da justiça.
Guamaré foi incluída pelo o governo do estado na relação dos que estão em situação de emergência devido à seca. O TCE e o MP recomendou a prefeitura de Guamaré para que não realizasse o carnaval, festa tradicional que está se aproximando.
Caso se o prefeito Hélio de Mundinho insistisse em retirar o município do estado de calamidade, os danos ao município seriam irreparáveis, como por exemplo:
-Os agricultores do município teriam prejuízos insanáveis como o corte por parte do governo do estado referente aos carros pipas, à exclusão da compra de insumos para alimentação dos rebanhos e recuperação de poços artesianos.
-O milho que hoje é fornecido aos agricultores deixaria de ser subsidiado passando o agricultor a comprar a saca de 60,00 reais, e com a ajuda do governo o custo hoje é de apenas 18,00 reais.
O prefeito Hélio usou de todos os mecanismos para fazer a festa mais popular do país no município que é o carnaval. Chegou a ter uma audiência com o promotor e com a governadora, mas mediante as duras recomendações e os danos que causaria ao município, o prefeito Hélio se convenceu que este ano não será possível a realização do Carnaval.

guamare em dia

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